Mostrar mensagens com a etiqueta Considerações medianas sobre assuntos importantes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Considerações medianas sobre assuntos importantes. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sois todos a mesma merda II

---Portugal---

Dá vontade de perguntar : Qual é a parte de : "O país não tem dinheiro para pagar os salários em Junho." que não percebeste Louçã?

20 medidas... que caralho...

---Finlândia---

O "Partido dos Verdadeiros Filandeses"... Que nome tão... terceiro mundo!

---FMI---

Somos todos a mesma merda.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

POP ART IS


...

... BUT SOMEONE HAD TO DO IT.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Conselho ecológico I

Existem dois tipos de partidos em Portugal, os que ganham votos para fazer merda e os que se aproveitam da merda para ganhar votos.

Um cenário possível seria juntarem-se em dois grandes grupos e assim, ao menos, poupar o ambiente reduzindo o uso de tinta e tamanho nos boletins de voto, ao mesmo tempo que se poupava também nos outdoors e demais artifícios publicitários.

Da revolta dos "pasteis de NATO"

A anarquia em Portugal é, tal como o resto do país, uma anedota.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Da Actualidade II

Estava eu para fazer um post irónico sobre uma peça de arte que me... "assustou" certo dia quando ia de carro pela Praça do Comercio, mas, que me perdoem os meus pais já que não foi esta a educação que me deram, vou antes fazer um azedo.

Apesar de não gostar do trabalho da referida senhora, dei-lhe até certa altura o beneficio da dúvida, de resto fruto da educação que os meus pais me deram, e fui em busca da confirmação, procurei no facebook (no google não havia meio de encontrar) pelo seu nome a fim de saber se estaria na sua página a confirmação e de facto encontrei a referida piscina, de "costas" para o Tejo cheia de comentários "pseudo-bajuladores" com referência entre outras à "originalidade" da "coisa" (dasss...).

Agora o meu comentário, aqui, primeiro porque não sou amigo da senhora no facebook, segundo porque a unica feira das vaidades que gosto é(são) a(s) minha(s) casa(s) blogosféricas. Ora, depois de corações, sapatos de panelas, a magnifica joia do Tejo, temos agora uma piscina a provar porque a referida artista é uma estrela, o seu trabalho relecte a pequenez, a parca noção de nacionalidade, a linearidade do povo português que não consegue dar uma curva de pensamento sem que se vomite todo janela fora, estão bem uns para os outros. Já as excepções, porque há sempre excepções, serão, até por definição da palavra, sempre uma minoria, que permite a quem aguenta umas curvas, ou aqueles que, não aguentando, tomam comprimidos para o enjoo (porque antes mal disposto do que vegetal) ter aquilo a que se pode sem duvida alguma chamar de pensamento.

Viva a Revolução!

Viva a Resistência!

P.S. Quanto terá custado a peça e o jovem que está sentado ao lado dela?

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Da Curioisidade II

Acabou de utilizar um pacote de açucar com um aviso estranho sobre diabetes e começa a pensar que qualquer dia também teremos letras a bold sob fundo branco...

"Este pacote de açucar contém substâncias que podem provocar diabetes podendo causar a morte, ou, pelo menos, a amputação de membros."

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Da curiosidade

O fumo do meu cigarro tem benzeno, nitrosaminas, formaldeído e cianeto de hidrogénio... E o teu?

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Da actualidade

7 anos por violentar a inocência (ou não) de um(a) jovem é francamente pouco, quase que parece um pedido de desculpas ao, agora, condenado.










Como pode a justiça ser cega, se os juizes conseguem ver?

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Da viagem III, das artes e da responsabilidade

Gosto do nº. 3...

3 breves considerações sobre arte:

1 - Pessoas com responsabilidade acrescida deveriam ter além do bom senso, comum a toda agente, uma MENTE ABERTA, especialmente aqueles que são/foram professores universitários, e ter a noção que a arte ou o artista NÃO SE QUANTIFICA, principalmente aqueles que são criticos;

2 - É sempre dificil apreciar o bom depois de ver o excelente;

3 - Na viagem a Londres redescobri uma época da história da arte a que dei o nome: "era dos meninos lanterna".

domingo, 15 de agosto de 2010

Da Viagem II - 3 Pontos acerca de Londres

1 - À medida que a noite cai, as saias sobem;

2 - Fiquei sem perceber se o ambiente de "caça" que se vive à noite nos bares é desespero ou simplesmente cultura;

3 - Não interessa o quanto planeamos viagens em Londres, basta um ligeiro engano num cruzamento e, em vez de irmos gastar dinheiro para Camden, vamos comer amendoins fritos com mel e ver a exposição do Alys na Tate Modern...

Ainda é a cidade perfeita para visitar e passar uns dias.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Da Viagem

Passeia virtualmente por Londres e começa a achar que, embora necessário, isto tira metade da piada às viagens…

Post em Execução III

10 coisas que me fazem "cidadão do mundo" :
1 - Naturalidade : Freguesia de Alvalade, Lisboa
2 -
3 -
4 -
5 -
6 -
7 -
8 -
9 -
10 -
Peço desculpa pelos problemas técnicos, aos quais (não) sou alheio, que afectam a realização desta lista, a mesma será retomada assim que me lembrar de mais algum item...

Post em Execução II

10 coisas que me fazem "cidadão europeu" :
1 - Naturalidade : Freguesia de Alvalade, Lisboa
2 -
3 -
4 -
5 -
6 -
7 -
8 -
9 -
10 -

Peço desculpa pelos problemas técnicos, aos quais (não) sou alheio, que afectam a realização desta lista, a mesma será retomada assim que me lembrar de mais algum item...

Post em execução

10 coisas que me fazem cidadão português :
1 - Naturalidade : Freguesia de Alvalade, Lisboa
2 -
3 -
4 -
5 -
6 -
7 -
8 -
9 -
10 -
Peço desculpa pelos problemas técnicos, aos quais (não) sou alheio, que afectam a realização desta lista, a mesma será retomada assim que me lembrar de mais algum item.

Do patriotismo

O conceito de nacionalidade está ultrapassado,










Já ninguém pergunta "de onde és", mas sim "de onde vens",










Ain't life a bitch?

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Visão de um ser desprevenido: Performance - The Great Learning, Paragraph 5, Cornelius Cardew, ou, como de repente um Sábado "dondoca" se transformou


Fiquei com a sensação que o acaso me permitiu assistir no sábado (dia 29) à, minha, definição mais perfeita de performance, tanto em execução como em concepção. Infelizmente quis também o acaso que fosse um dos poucos a ter esse privilégio.
A performance artística, como a entendo, deverá ser chocante e de enredo difícil de deslindar e, claro está, esta assentou que nem uma luva.

A ligação de Cardew ao trabalho de John Cage, devia por si só ser razão suficiente para arrastar aos Aliados o meio mundo artístico, mas mais uma vez a cultura e em particular a arte move-se por caminhos estranhos e normalmente tortuosos.

Os movimentos dos performers, aparentemente, desconexos, tanto em relação ao som como entre si, agradaram-me bastante, ainda mais porque escondiam em si o seu oposto: a disciplina que apenas se revelava – quando cada um, à vez, se dirigia a uma mesa e confirmava na checklist que movimento se seguiria e assinalava o anterior, e ainda, quando em uníssono diziam o parágrafo traduzido por Erza Pound do Confúcio (tinha a ver com disciplina mas não me recordo o nome). Afinal a peça chama-se The Great Learning, que esperar?
Caótico foi o momento em que todos os participantes se juntaram no fundo da sala e ecoaram sons vindos dos mais variados utensílios a bater entre si: caixotes, tachos, ferros, garrafas, etc… aqui ninguém me tira da ideia que ouvi um pouco de Virgin Prunes. Mais tarde a liberdade da composição voltaria a ser escutada por arcos de violino a passar em serras, antes de vários tipos de comida e bebida voar, mais uma vez de forma caótica, por todo o espaço da Culturgest. Tudo isto seria revelado quando parte dos performers saíram à rua, arrastando atrás de si parte destes despojos, em marcha fúnebre, talvez em busca do publico que escasseou dentro da sala, enquanto, no interior, o defunto era vestido com os restos da comida (homenagem ao Cornelius Cardew? à musica como a conheciam nos anos 60/70? à performance em si? não me cabe a mim responder a estas questões interpretativas).

Poderia elucidar-vos melhor sobre o contexto do que vi, poderia tentar responder a estas questões mais interpretativas – está tudo num pequeno jornal facultado pela Culturgest sobre as peças. Mas por mais que tentasse vos explicar, cada palavra ficaria aquém da experiência que tive. E cada um que ali este no sábado teve a sua.

A quem não esteve :"Não sabeis o que perdestes ò gentes de pouco tempo e fracas escolhas!"

Para mais informaçoes sobre a performance e sobre a exposição na página da Culturgest

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Sois todos a mesma merda

Ontem ao subir o elevador da Glória comecei a ouvir um politico discursar, e após perceber que não era nenhum morador "meio surdo" com a televisão alta cheguei à brilhante conclusão que seria no Jardim de S. Pedro de Alcântara e, até me pareceu, tanto pela maneira como se expressava como pelo discurso que seria o Jorge Coelho…

Chegado ao topo da subida vejo as bandeiras do Bloco de Esquerda, afinal era o Louçã…

5 horas e meia

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Do pensamento. Primeiro, e provavelmente o mais forte, obstáculo à liberdade

"Penso logo existo" é provavelmente a constatação mais estúpida que alguma vez ouvi/li e prova que até aos iluminados de vez em quando falta lucidez.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Da Vida, da Morte e da Vida Depois da Morte

Não nos tenho assim em tanta consideração para acreditar que existe algo para além da morte.