Sabes-me ali, no esconso
Chegas e entras.
Miragem de um ritual intermitente,
entre a sofreguidão dos quinze dias
e a calma da normalidade que buscamos.
Passam-se os dias, passam-nos os dias.
Aperta mais aqui,
aqui deste lado.
Assim,
ficas por mais uns tempos.
Intermitência,
Deste refugio só nosso,
Passam-se os dias,
passam-nos os dias.
Mostrar mensagens com a etiqueta Pequena poesia na lingua mãe. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pequena poesia na lingua mãe. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Dos quinze Dias
Duas e meia da manhã.
Acordo, sinto a humidade,
toco-te.
Gentilmente dispo-te,
só para te vestir outra vez,
aconchego-te.
Duas e meia da manhã.
Percorro com as mãos a cama.
Não te encontro,
acordo.
Vislumbro a casa do rato
Sorrio.
Acordo, sinto a humidade,
toco-te.
Gentilmente dispo-te,
só para te vestir outra vez,
aconchego-te.
Duas e meia da manhã.
Percorro com as mãos a cama.
Não te encontro,
acordo.
Vislumbro a casa do rato
Sorrio.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
