sábado, 26 de dezembro de 2009
1001 projectos à espera de 4 de Janeiro
É curiosa a forma como o espaço onde nos encontramos condiciona aquilo que criamos.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Dos Recados
Insurgi-me certa vez aqui acerca da falta de critério em relação à musica, referia-me a uma pessoa que dançou tudo da mesma maneira e que achei estranho porque se os ritmos são diferentes, as sensações são diferentes como é possível os movimentos serem os mesmos?
Em relação às pessoas a falta de critério já pode, e na minha opinião deve, ser vista de uma outra forma. Reparem que a falta de critério a nível do coração, significa que não há preconceitos, não há uma visão pré-concebida de um ideal de beleza, de um determinado grupo, ou mesmo de género...
Ora, eu sou assim! Não tenho qualquer critério eu apaixono-me por pessoas e não por mulheres, eu apaixono-me por mulheres e não por serem, ou não, bonitas, ou todas iguais.
Amiga, e amigo, eu não estava a brincar quando falámos ontem, falava bem a sério : "Não ter critério, neste caso, é o expoente máximo da liberdade e total ausência de preconceitos".
Assim como a total vivência do presente como sendo aquilo que é, a eternidade, que podem ler no post anterior ;)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Das prendas...
Existem palavras cujo peso lhes é dado pela cultura e pela educação, e o Amor é uma delas… Neste momento e nestas pequenas linhas amo-te e este "amo-te" aqui nestas linhas é um “amo-te para sempre", neste momento e nestas linhas, no momento seguinte, nas linhas seguintes não sei, por isso "acalmas-me" e "não me secas". Amar é não querer saber do momento seguinte, amar é tirar e dar proveito do presente libertando a mente do futuro, só assim poderá ser eterno, só assim será único.
"We're having so much fun... let's never come here again... it'll never be this fun", diz o Bill Murray à Scarlett Johansson no Lost in Translation.
A resposta estava lá o tempo todo
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Do Fracasso
Cyril Connoly, morreu algures nos anos 70, era um escritor britânico cuja obra mais importante e mais conhecida (raramente coincidem) é uma autobiografia onde o escritor tenta explicar porque nunca conseguiu escrever a obra prima que todos esperaram que fizesse...
"Better to write for yourself and have no public, than to write for the public and have no self."
Cyril Connoly
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
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